Eu quero meu lápis de volta. Meu desejo esconde a vontade de saber como estão as suas coisas. Apesar de saber que o lápis é meu, e é ele o que menos importa.
domingo, 15 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Depois de um certo tempo de qualquer vínculo quebrado, ficam na lembrança apenas as sensações boas que as pessoas despertaram. Memória auto destrutiva? Não chamaria assim. Quisera eu conviver só com esses substantivos & adjetivos deliciosamente gostosos de ser (re)vividos. Mas não é assim. Somos água e fogo. E, graças a não sei o quê, a vida trata de filtrar as coisas para que tudo volte ao seu lugar. Sempre. E é numa música, numa ligação, num pôr do sol de verão, que a gente acaba enxergando que a vida não é meramente rotina de quem "vai vivendo". Tem que existir alguma coisa a mais... e um dia, numa música, numa ligação ou num pôr do sol de verão a gente dá sentido às coisas que não tem nome. Até porque o que fica é a esperança de renovação... como essa bem gostosa que a gente vive em todos os primeiros instantes de (re)começo.
2012, seja bem-vindo!