Esta seria, o que eu chamo, de conversa entre eu e uns pensamentos. Provavelmente, não levarei ninguém a lugar algum com o papo. Mas, vamos lá.
Eu quero um "intervalo de jogo" pra mim. Em Buenos Aires. Gastando muitos pesos. Pra colocar a rotina no lugar. Como nas novelas em que pessoas (pra sempre ricas) viajam durante 15 dias e voltam com a mente fresca. É que não gosto do meu espaço invadido pelo que eu já conheço e, bem ou mau, sempre deixo entrar, de novo e de novo. São as mesmas constatações. Insisto em observar de outro ângulo, outra perspectiva, mas me esbarro na essência. É assim e acabou. Um jeito que me incomoda, que entra e desconstroi minhas tentativas de coexistir em paz... comigo, que não sei ser um indivíduo 'não aceito você' e com o mundo à minha volta, que insisti em me mostrar que sou tão (in)diferente de tudo, e, ao mesmo tempo, enxergo tantas diferenças.
Pronto. Eu só quero ficar longe de tudo e pertinho do que, independente dos meios, vai sempre representar um modelo ideal: o modo de vida que meus pais desejam para mim.
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[Atualizando minha memória virtual, chamada blog, das sensações que quero lembrar]
A vaga inalcançavel da Rede Bahia foi minha. Fiquei feliz e orgulhosa por mim.
Mas a euforia de querer se esbarrou na realidade de que não sou uma ninja para trabalhar dois turnos. Um com uma carga de 6h diárias e plantões no fds, outro com 4h diárias. E ainda estudar.
Então, entre o nome no currículo e a experiência mais adequada para o meu momento, escolhi trabalhar na redação da instituição, 4h, com direito a coberturas jornalísticas frequentemente. Ah, e, que pra o jornalismo, paga bem. happy.
próximo ano tem congresso da ABRAJI. e, dessa vez, não perderei!
domingo, 31 de julho de 2011
45 x 15 x 45
terça-feira, 12 de julho de 2011
ele é o burger king da minha vida
Não disfarço meu apreço pelo sanduba gorduroso, BK Stacker, do fast-food 'Burger King'. Em meio às minhas preferências digestivas, encontrei um amor que me provoca sensações à altura das emoções trazidas com as 620 calorias do hamburguer - sem contar com a batata frita e o copão 500mil de refri!
Ambos sabem o que eu gosto, e trazem, cada um a seu jeito, a fórmula ideal pra me deixar feliz enquanto estão pertinho de mim. E saboreio como se fossem os últimos pedaços de carne do mundo. Na fila pra comprar meu Bk, assim como à espera dele, fico imaginando o quanto será prazeroso reencontrá-lo. Longe, tenho saudades, muuuuitas saudades. Depois de comê-los, bate um cansaaaaço e uma vontade de permanecer onde estou, do jeito em que me encontro.
Não tem pra onde correr: ele é o burger king da minha vida!
Mas como nada é perfeito, um engorda e o outro, vez em quando, dá tilte.
A comparação também me levou a outra conclusão: ando nos extremos da gorduresse!
terça-feira, 5 de julho de 2011
A impressão que fica.
Quando tenho a oportunidade de conviver com 'estranhos', cada gesto e/ou diálogo me faz construir um universo pra cada pessoa. E tem gente - na minha cabeça, é claro - que parece não ter vida! Mas depois de tanta observação são raros esses casos.
Adoraria saber quais impressões eu causo nas pessoas.
(Que tensão social, né?)