esquecida ali na estante como um livro. um livro que não conta mais histórias, apenas palavras soltas que um dia serviram. e será que serviram mesmo?
quase-(in)certezas se explodem. Não, não quero mais saber de ser coerente. Não quero mais saber de querer demais. Não, e não vou. Espera-se muito. muito. e o vazio nesse caso é ainda desolador.
[hora de parar e tomar uma águinha.]
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
altiéfiquatro;
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