Acredito em sinais sim. Não gosto de tanta coisa, outras tantas eu ainda acho que gosto. A palavra é autoconfiança. Que se dane quem quiser. Eu vou cair, eu sei. Das alegrias, risadas. De vez em quando da alegria, o choro. Do tempo, eu quero a saudade. E de tempo em tempo, a saudade é sorriso. Já não me incomoda pensar, penso tanta merda e o que os outros pensam, que pensem os outros, não eu. Sigo o Aqui e o Agora em qualquer outro lugar, até que meu coração dê sinal vermelho. E ele ainda não deu. Dane-se a inconseqüência, eu quero a vida. Mas não é sempre assim. Ocasionalmente, eu desisto de mim, renego e me perco existindo por aí. Mas a vida, ah, ela continua! O encontro de reconciliação quase sempre é simples. A ‘auto-auto-ajuda‘ é bem-vinda. Hora de arrumar o terreno, limpar a sujeira e dar boas vindas à vida novamente. Nesses encontros e desencontros, cresço e apareço. O medo anda coladinho comigo. Mas só do lado direito. Do lado esquerdo, eu prefiro o ‘porquê não?’ e assim eu vou... quebrando (meus) limites, rótulos e a cara também. Caminhar além. Olhar pra trás e sentir que valeu a pena.
Protesto em prol dos sonhos, do acreditar no que faz, da busca pelo improvável, das derrotas dignas, pela incerteza a serviço de caminhos distintos e pelas suas possíveis vitórias.
À beleza da possibilidade e aos grandes, médios, pequenos medos: quero uma relação harmônica com vocês.
Protesto em prol dos sonhos, do acreditar no que faz, da busca pelo improvável, das derrotas dignas, pela incerteza a serviço de caminhos distintos e pelas suas possíveis vitórias.
À beleza da possibilidade e aos grandes, médios, pequenos medos: quero uma relação harmônica com vocês.
;meu sorriso é seu. C=
2 comentários:
Lindo texto.
quero uma relação harmônica com eles tambem.
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