Ainda não é provado cientificamente que a maconha causa dependência. Uns dizem que a dependência é física, outros juram que é apenas psicológica e conseguem parar. Além dos danos à saúde comparáveis ao do álcool e tabagismo que o uso da maconha causa, não há quem dê mais informações concretas – nem os próprios usuários - e comprovadas pela ciência. O fato é: cada um é dono do próprio nariz – e boca hahaha .
Estava lendo a SUPERINTERESSANTE de agosto, e encontro por lá duas informações que me levam a crer que o mundo tende a cannabis: Obama admitiu que já fumou maconha(!) e a maiorias das pessoas entre 40 e 60 anos já fumaram também e não partiram para drogas mais pesadas. Agora, imagina o número de pessoas que já vão ter utilizado os serviços terapêuticos dela daqui a uns 10 anos?
Bem ou mal, ninguém deve ser preso ou julgado por admitir ou tornar público seus costumes pessoais mesmo que esse não esteja condizente com o da maioria. Os gays não são detidos (ou pelo menos não deveriam ser) por se relacionarem com pessoas do mesmo sexo; as pessoas não são presas por não tomarem banho – para os franceses, não tomar banho virou marca registrada e é de lá que saem os melhores perfumes. Cada um escolhe um caminho a seguir e, desde que não atrapalhe o andamento de uma sociedade, ninguém deveria estar apto a interferir o livre arbítrio.
A descriminalização da droga provavelmente não vai diminuir a força das facções criminosas, mas permite que o foco seja transferido da repressão e detenção dos usuários para uma socialização com o restante da sociedade. Vai ser possível “sair do armário” sem maiores danos e o governo vai ter mais capital disponível pra investir em políticas de inserção social, pois há um elevado custo financeiro para prender os usuários de drogas.
Estava lendo a SUPERINTERESSANTE de agosto, e encontro por lá duas informações que me levam a crer que o mundo tende a cannabis: Obama admitiu que já fumou maconha(!) e a maiorias das pessoas entre 40 e 60 anos já fumaram também e não partiram para drogas mais pesadas. Agora, imagina o número de pessoas que já vão ter utilizado os serviços terapêuticos dela daqui a uns 10 anos?
Bem ou mal, ninguém deve ser preso ou julgado por admitir ou tornar público seus costumes pessoais mesmo que esse não esteja condizente com o da maioria. Os gays não são detidos (ou pelo menos não deveriam ser) por se relacionarem com pessoas do mesmo sexo; as pessoas não são presas por não tomarem banho – para os franceses, não tomar banho virou marca registrada e é de lá que saem os melhores perfumes. Cada um escolhe um caminho a seguir e, desde que não atrapalhe o andamento de uma sociedade, ninguém deveria estar apto a interferir o livre arbítrio.
A descriminalização da droga provavelmente não vai diminuir a força das facções criminosas, mas permite que o foco seja transferido da repressão e detenção dos usuários para uma socialização com o restante da sociedade. Vai ser possível “sair do armário” sem maiores danos e o governo vai ter mais capital disponível pra investir em políticas de inserção social, pois há um elevado custo financeiro para prender os usuários de drogas.
Se vista do jeito que ela realmente é, a utilização da cannabis não teria outro fim se não a sua descriminalização. Na verdade, ao não recriminar os usuários, o país admite que um monte de gente usa maconha - tarefa difícil visto o peso da informação: a população usa maconha. Mas retira-se a política correta dos pseudocertinhos, está na hora de simplificar, meu velho: quer usar? Use! Quer plantar? Plante! Agora arque com as conseqüências. E divulgar essas conseqüências é indiscutivelmente papel do governo... mas aí já é outra história.
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