É senso comum: a primeira impressão é a que fica. Das várias que tive hoje, só pude comprovar uma. Editores chefes, além da cara de engajados e inteligentes, adoram seus respectivos jornais e são mais do que experts na sua editoria. A outra confirma a teoria de que às vezes as coisas não são o que parece. Bons estudantes de jornalismo - que eu classifico como aqueles que, no mínimo, escrevem bem - também falam besteiras e riem de bobagens. O engraçado é que na faculdade impera um tal de esbanjar seriedade.
Além de virginiana - prática e rotineira -, sou uma grande espectadora da vida dos outros. Observo tudo, todos os dias. Sistematizo uns pensamentos e crio minhas hipóteses. É uma atividade prazerosa que me enche de dúvidas sobre as pessoas e suas respectivas vidas. Fulano é sério e só fala sobre futebol. Será que ele é preconceituoso? Ciclano é bonito. Será que ele sabe disso e usa a seu favor? Beltrana é gorda e sorridente. Como ela se sente em frente ao espelho?
Quando tenho a oportunidade de conviver com 'estranhos', cada gesto e/ou diálogo me faz construir um universo pra cada pessoa. E tem gente - na minha cabeça, é claro - que parece não ter vida! Mas depois de tanta observação são raros esses casos.
Adoraria saber quais impressões eu causo nas pessoas.
E olha que, com minha inconstância de viver, mudo de humor, estilo e vontades todos os dias.Quando tenho a oportunidade de conviver com 'estranhos', cada gesto e/ou diálogo me faz construir um universo pra cada pessoa. E tem gente - na minha cabeça, é claro - que parece não ter vida! Mas depois de tanta observação são raros esses casos.
Adoraria saber quais impressões eu causo nas pessoas.
(Que tensão social, né?)
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