"Desobrigação de tudo". Tive a felicidade de ler essa frase em um twitter de uma profissional de comunicação e me apaixonei. Ela resume, com primor, a fase atual da minha vida. Coincidências mil foram me levando a um caminho que eu precisava seguir: essa coisa gostosa de se sentir aberta para a vida. E até parece mesmo que aquela coisa de zodíaco funcionou (certa feita recebi um email afirmando que a chegada dos 20 anos representava o ano 0, apontando uma espécie de recomeço - mensagem essa com palavras bem mais incrementadas... whatever).
Depois que os momentos passam e o sangue dá aquela esfriada, eu consigo enxergar melhor o que de fato aconteceu. Como acredito muito nessa coisa de energia - e ando um tanto quanto tentando elevar meu espírito (sério!) - acho que meu amigão me fez um doce agrado. O peso nas costas acabou. Agora eu tenho uma desobrigação gostosa com a vida... que o dia não precisa acontecer de acordo com os planos e cronômetros pra ser gostoso... que os deveres vão se ajeitando na rotina... que as coisas vão caminhando tão naturalmente... e eu me pergunto, como é que faz pra ser assim sempre?
A frase da minha colega despertou minha paixão pelas coisas do mundo. A desobrigação de tudo. Aplicando teoria à prática: eu não fico irritada com o engarrafamento diário das 18h pós job; eu canto música com a alma e adoro uma saidinha de rotina durante a semana. Teria outro diagnóstico para o meu caso, se não paixão? Agora eu tenho duas, cinco, mil borboletas voando na barriga! Clichê, mas eu tô me apaixonando todo dia. E não me sinto na obrigação em estar apaixonada. Tô com um coração vagabuuuuuundo que só. E satisfeita.
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