Desde pequeno, a gente sabe o que é crescer. E cresce aprendendo que esse é o percurso normal da vida. Nascer, crescer, amadurecer, envelhecer e morrer. Com a vida, a gente vai aprendendo que na prática a teoria é outra. E vai descobrindo que nem tudo é o que parece; e que quase nada é como a gente quer. O que se quer nem sempre é tão difícil; mas quando vem fácil, parece nem que se tem. A gente constata, então, que realmente o que vem fácil, sim, também vai fácil. E, mesmo assim, a escolha nem sempre é pelo caminho difícil. Aprende-se, portanto, que a distância entre a largada e a chegada, vez ou outra, é mais extensa do que o previsto. E tem parada, e tem espera, e tem o que não se espera. Daí a gente realiza também que as opções são infinitas, as oportunidades finitas e as decisões infinitivamente definitivas. Para o hoje, para o amanhã, mas, somente, falam pelo agora. E como são bonitas para o agora. Então, escolher vira parte de um agora que, com o tempo, vai se tornando parte de um todo. O nosso todo. O todo que a gente escolhe fazer parte. É quando se descobre que esse agora é cíclico e também vai fazer parte de todo o ciclo que é a vida. Entre nascer (envelhecer, crescer, amadurecer) e morrer.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
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