Eu não sei, não. Você costumava ser minha companhia, minha companhia. Eu não sei, não. 515 dias e um. Um só. Mas quantos mais? Você me disse que queria um texto seu aqui. Que isso era de alguém. Eu não sei, não. Às vezes, a mente da gente dá um nó que não dá pra enxergar um palmo do que é pra ver. E que, na verdade, são pedaços meus aqui: remendados, colados, amarrados pra voltarem a ser um só. Só um.
Assistir ao rio correr dá uma imensa vontade de entrar na água - de novo - e remar, remar, remar, pra onde quer que seja. Isso de deixar as coisas seguirem seu curso não é fácil, não. E sabe? Injustiça mesmo é carregar todas as pedras desse rio, não deixar escapulir nada desse diacho que, pesado, demora a sair do lugar, demora a se deixar levar...
515 dias e um... Mas quando?
domingo, 17 de agosto de 2014
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